PSF: 08_06_2026
Macro: O acordo de paz entre EUA e Irã parece que de fato saiu. Os futuros do petróleo operam em forte queda, enquanto as bolsas ao redor do globo registram alta, mostrando o retorno do apetite ao risco. Para a B3, o dia também é positivo. O Ibovespa chegou a abrir com forte alta, mas perdeu força ao longo do pregão e agora opera próximo da estabilidade. Nesta tarde, o câmbio brasileiro trabalha próximo do zero a zero, mas chegou a atingir a mínima de BRL 5,029 durante a manhã.
CBOT
Soja e Derivados: A soja reverteu o movimento de queda que sofreu ao longo do primeiro pregão da semana e registra ganhos moderados neste momento na CBOT. Apesar da pressão do óleo e petróleo, a soja ganhou sustentação graças aos bons indicadores do USDA. As inspeções de exportação trouxeram números acima da semana passada, totalizando 522,68 mil toneladas, contra 412,12 mil t frete a semana anterior. Para os fundamentos do óleo, o ritmo do processamento de soja nos EUA caiu em relação ao mês anterior, segundo os dados mais recentes da NOPA.
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Milho e Trigo: As cotações do milho bateram as mínimas dos últimos 10 meses nesta segunda-feira (15), mas agora à tarde recuperam parte das perdas. O dia segue pressionado para os mercados correlacionados ao complexo energético, em função da forte queda dos futuros do petróleo. O trigo também opera com viés baixista. A resolução do conflito no Oriente Médio pesa na balança e os dados de exportação dos EUA também contribuem para a pressão. As inspeções de exportação de milho perderam ritmo na semana passada, totalizando 1,636 Mi t, contra 2,013 Mi t da semana anterior.
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B3
Milho: Os futuros do milho operam em leve alta em todos os vencimentos da curva na B3. A colheita no interior vai ganhando ritmo, ao passo que o clima no Centro-Oeste segue ajudando os trabalhos de campo. Nesta semana, a tendência é de aceleração da colheita em função de um padrão mais seco. Os players também estão de olho em Goiás e alguns já comentam a possibilidade de o estado precisar buscar milho em regiões vizinhas diante da quebra de safra. No mercado físico, até a última sexta-feira (12), os preços continuavam pressionados por uma safra verão mais ofertada e pela entrada do milho safrinha.
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Clima: A segunda quinzena de junho segue reforçando um padrão climático bastante diferente do normalmente observado para esta época do ano. Tanto o modelo EC quanto GFS continuam indicando chuvas frequentes sobre grande parte do Centro-Sul do Brasil ao longo dos próximos 15 dias, mantendo um ambiente mais úmido e favorecendo a passagem recorrente de frentes frias sobre o continente.
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