Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Rápidas da Tarde: O que está mexendo com os preços na tarde dessa 4ª-feira

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Grãos
Publicado em: 27/05/2026 16:09

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Macro: O dólar opera em alta nesta tarde, enquanto o redor do globo, o dólar segue estável frente às moedas de países desenvolvidos. As especulações sobre a iminência de um acordo no Oriente Médio mantêm os investidores cautelosos, mas ainda com bom humor para aumentar o apetite ao risco diante de qualquer sinal positivo. Pela manhã, os índices das bolsas americanas chegaram a ensaiar uma alta mais forte, mas arrefeceram ao longo do dia. No Brasil, os dados do IPCA mostraram alta de 0,62% em maio, puxada pelos alimentos. Neste momento o Ibovespa trabalha em campo negativo. O gringo segue atento às bolsas americanas. 

  • CÂMBIO  +0,45% @ 5,06

CBOT 

Soja e Derivados: O complexo da soja opera no campo positivo nesta quarta-feira (27). Apesar da queda dos futuros do petróleo pressionar parte do complexo, soja e derivados seguem relativamente sustentados. O destaque do dia fica para o óleo de soja, que trabalha com ganhos próximos de 1% nos vencimentos. Os EUA passam por um aperto no mercado de óleos vegetais, mesmo com o esmagamento em forte ritmo. Algumas manutenções imprevistas nas plantas de crush americanas têm reduzido parte da capacidade de processamento no curto prazo. Somando isso à demanda por biocombustíveis do lado do óleo e às exportações aquecidas de farelo, o mercado físico segue mais ajustado. 

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Mercados na Ásia: Custos de produção caindo 

Milho: Nos cereais, milho e trigo acompanham o movimento negativo dos futuros do petróleo WTI, que caminham para o quinto pregão consecutivo de queda, caso fechem no vermelho nesta quarta-feira. Ontem o USDA reforçou o forte ritmo do plantio de milho nos EUA, com 79% da área semeada, ante 75% no mesmo período do ano passado e 68% na média de cinco anos. Os números vieram dentro do esperado pelo mercado, diante do clima favorável. Com o arrefecimento das tensões no Oriente Médio, a tendência é que o mercado volte a negociar mais direcionado pelos fundamentos de oferta e demanda, reduzindo o peso das especulações geopolíticas no curto prazo. 

Trigo: O trigo lidera as perdas nesta tarde, pressionado pela entrada da safra do Hemisfério Norte e pelo alívio das tensões no Oriente Médio. Nas planícies dos EUA, apesar de as chuvas terem chegado tarde demais para salvar o trigo de inverno, as precipitações melhoram as perspectivas para as safras de verão deste ano. Na Europa, o trigo acompanha a Bolsa de Chicago e trabalha em campo negativo. Nesta semana, a SovEcon elevou sua projeção para a safra de trigo da Rússia em 2026 para 90,3 Mi t, ante 89,7 Mi t na estimativa anterior. 

  • SOJA -0,50 @ 1185,50 ¢/bu 
  • ÓLEO +0,80 @ 75,16 ¢/lp 
  • MILHO -5.50 @ 452 ¢/bu 
  • FARELO +2,50 @ 331,10 USD/st 
  • TRIGO -13,75 @ 621,75¢/bu 

B3 

Milho: Forte queda para os futuros do milho, a entrada da safrinha tende a trazer pressão para o cereal. O ponto importante é o tamanho dessa safra. À medida que as colheitadeiras avançam no campo, principalmente nas áreas que sofreram mais, o mercado tende a começar a precificar uma redução na oferta. A curva dos futuros já dá sinais que vale a pena carregar milho mais à frente. Ao mesmo tempo, começam a surgir reports de excelentes produtividades nas primeiras áreas da região da BR-163, acima das expectativas, com médias próximas de 152 sc/ha. 

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Análise gráfica: milho B3 em teste de suporte e zona decisiva de preço

  • MILHO B3 JUL/26 -0,51 @ 65,64 R$/saca

Clima:  Os modelos seguem sem grandes alterações nesta quarta-feira. De modo geral, o tempo firme predomina em grande parte do país, com algumas áreas de instabilidade restritas ao extremo Norte. O solo no Brasil Central segue com baixa umidade, justamente nas regiões que mais sofreram com o veranico, como leste do MT, centro-sul de GO e norte do MS. 

 


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