O USDA reportou vendas semanais de 1,122 Mi t de milho, alta de 46% frente às 769 mil toneladas da semana anterior e 42% acima da média das últimas quatro semanas
Macro: Dia de apetite ao risco para os ativos brasileiros. O dólar chegou perto de R$ 5,00 na mínima, enquanto o IBOV ganha mais de 3 mil pontos e se aproxima da máxima histórica de 9/out. O trading eleitoral segue forte. A cinco dias do segundo turno, o mercado mantém uma leitura favorável aos ativos brasileiros. No exterior, o IDX recua e as bolsas americanas têm movimentos mais contidos.
CBOT
Soja e Derivados: Dia negativo para a soja, com pressão principalmente do farelo, enquanto o óleo trabalha próximo da estabilidade. O Crop Progress confirmou a aceleração da colheita americana: avanço de 18 p.p., para 64%, praticamente em linha com os 65% da média de cinco anos. A entrada da safra aumenta a oferta e segue pesando nas cotações. Do lado da demanda, as compras chinesas continuam firmes, mas não têm sido suficientes para segurar os preços.
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🚨Alerta 01: As vendas para China continuam fortes
Mercados na Ásia: Leilões na China e soja americana estão substituindo o Brasil
Milho e Trigo: Forte pressão para os cereais nesta terça-feira. A colheita americana segue trazendo oferta de milho, apesar do ritmo abaixo da média: 44% colhidos, contra 52%. No trigo, as conversas da Ucrânia com Turquia, Egito e Índia sobre um corredor de grãos alimentam a expectativa de retomada dos embarques e pesam sobre os preços. Ainda há resistência da Rússia, sem acordo fechado.
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🚨Alerta 02: Grãos em queda em Chicago
B3
Milho/B3: Os futuros seguem pressionados pela baixa externa, com quedas nos vencimentos mais longos e os curtos próximos da estabilidade. O novembro já perdeu praticamente R$ 13/sc em relação às máximas do início de setembro. No físico, os negócios mantêm certa liquidez. O produtor segue vendendo o disponível e, pontualmente, avaliando negócios para a safrinha 2027.
Clima: Nesta terça-feira (20), o tempo segue mais aberto sobre boa parte do Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil. As instabilidades ficam mais concentradas na faixa norte do país, principalmente entre o norte de Mato Grosso, sul do Pará, Tocantins e Maranhão, ainda com chuvas irregulares e volumes bastante diferentes entre as regiões. Para o restante do Brasil, os mapas mostram baixos volumes de precipitação ao longo do dia.
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Clima: Atenção ao forte calor nos próximos dias
