Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).
SAFRA DE SOJA 2025/26 FECHA EM 180,407 MI T
Pouca mudança ante agosto. Produção cortada em apenas 57 mil t, de 180,464 para 180,407 Mi t. Área praticamente estável, em 48,609 milhões de hectares, e produtividade em 3,711 t/ha. Contra 24/25, produção +5,2%, com ganho tanto de área (+2,7%) quanto de produtividade (+2,5%). Recorde confirmado.
MILHO TOTAL 2025/26 SOBE PARA 144,010 MI T, +1,055 MI T ANTE AGOSTO
A revisão veio praticamente toda da safrinha. Área total em 22,601 milhões de hectares (+3,5% vs. 24/25), produtividade em 6,372 t/ha (-1,4%) e produção +2,0% contra a safra passada. A alta de 1,100 Mi t na 2ª safra mais que compensou o novo corte na 3ª safra.
SAFRINHA DE MILHO 2026 REVISADA PARA 112,131 MI T, +1,100 MI T ANTE AGOSTO
Produtividade subiu de 6,231 para 6,291 t/ha, com pequeno ajuste de área para 17,825 milhões de hectares. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul puxaram a revisão para cima com a confirmação de rendimentos melhores nas áreas colhidas. Tocantins e Piauí foram na direção oposta, com perdas nas áreas mais tardias. Mesmo com o ajuste, a produção ainda fica 1,0% abaixo das 113,228 Mi t da safrinha passada.
Com 98,1% da área colhida em 14 de setembro, o número já está praticamente consolidado. MT, GO, TO, MA, BA e PI encerraram a colheita. No Paraná, avanço para 93%.
TRIGO 2026 TEM NOVO CORTE PARA 5,740 MI T, -1,3% ANTE AGOSTO
Área reduzida de 1,947 para 1,927 milhão de hectares e produtividade de 2,986 para 2,978 t/ha. Produção agora 27,1% abaixo das 7,873 Mi t de 2025. Corte segue concentrado em área e produtividade.
Do lado das lavouras, a principal pressão vem da brusone, doença que afeta as espigas e reduz o peso e a qualidade dos grãos. O problema aparece em MS, GO, MG e SP. No Sul, as geadas entram como risco adicional. Colheita nacional em 18,0%, com 20% no Paraná, onde as chuvas da última semana interromperam parte dos trabalhos.
SORGO 2025/26 RECUA PARA 7,348 MI T, MAS SEGUE RECORDE
Corte pequeno, de 18 mil t ante agosto. Área mantida em 2,169 milhões de hectares (+32,9% vs. 24/25), enquanto a produtividade caiu para 3,388 t/ha (-9,4%). Mesmo com rendimento menor, a forte expansão de área mantém a produção 20,4% acima das 6,102 Mi t da safra passada.
O ajuste negativo segue vindo das áreas tardias. Em Minas Gerais, produção revisada para 1,412 Mi t após rendimento mais fraco nas lavouras semeadas mais tarde. Em Goiás, diferença grande entre áreas dentro da janela e cultivos tardios atingidos pela seca.