Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).
Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).
Bom dia. Mercado começa o dia travado à espera do payroll, que deve definir o tom para juros e risco. As apostas para setembro estão praticamente divididas entre alta de 25 bps e manutenção, depois de Waller defender mais tempo antes de um novo aperto. O consenso aponta criação de 55 mil vagas e desemprego em 4,1%, mas salários devem ser tão importantes quanto o número cheio. Dado mais fraco, sem deterioração relevante do emprego, é provavelmente o melhor cenário para risco: dá espaço para o Fed esperar sem alimentar medo de recessão. Surpresa para cima, principalmente em salários, volta a pressionar a curva e bolsa.
Lá fora, bolsas americanas andam de lado, Treasuries têm algum alívio e petróleo recua, com Brent ainda próximo de US$ 95. O pano de fundo segue sendo inflação pressionada por energia e um Fed que ainda não tem conforto para sinalizar o fim do aperto.
No Brasil, o trade eleitoral segue mandando no preço. O Datafolha reforçou a leitura de uma disputa presidencial mais apertada e mantém combustível no rali recente dos ativos locais. Em paralelo, a escalada da crise dentro do STF aumenta o ruído institucional e pode trazer volatilidade de volta. Hoje, portanto, temos dois drivers bem definidos: payroll comandando o externo e política comandando o doméstico. Balança comercial completa a agenda local.