Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: superterça e superquarta

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 15/09/2026 08:40

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,07% @ 635,48 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): -0,17% @ 7.611,75 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +1,11% @ 102,52 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,23% @ 99,62 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – OUTUBRO/26): +0,10% @ R$ 5,175
  • COMMODITIES: +0,07% @ 145,42 pontos

Bom dia. O ambiente externo segue defensivo, com petróleo em níveis elevados pressionando novamente a curva de juros global e reduzindo o apetite a risco. O Treasury de 10 anos voltou à região de 5%, máxima em quase duas décadas, enquanto o Brent se aproxima de US$ 107, acumulando alta de cerca de 18% no mês. A combinação de energia cara, inflação mais resistente e preocupação com o aumento do endividamento público mantém pressão sobre ativos de risco, especialmente tecnologia e empresas de crescimento.

O setor de tecnologia também segue mais frágil. Além do impacto dos juros longos, o mercado continua reduzindo parte do entusiasmo com o ciclo de inteligência artificial, em meio ao debate sobre regulação e aos riscos associados ao avanço da tecnologia.

No Brasil, o STF rouba a cena na véspera de Fed e Copom. A sessão desta terça-feira, que pode autorizar uma investigação contra Alexandre de Moraes, ganha peso adicional pelo potencial de aumentar a tensão institucional e trazer novos reflexos para uma disputa eleitoral cada vez mais apertada. A pesquisa Quaest mostrou Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula e apontou aumento da desconfiança em relação ao Supremo, elevando a sensibilidade do mercado ao noticiário político.

A política doméstica divide espaço com a Superquarta de juros. O Fed deve elevar os juros, enquanto o Copom caminha na direção oposta, com expectativa de novo corte da Selic. Esse movimento estreita o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, deixando principalmente o câmbio mais sensível ao tom dos comunicados e à percepção de risco local.


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