Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: semana importante

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 14/09/2026 08:33

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,15% @ 638,18 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): -0,60% @ 7.613,50 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +2,44% @ 102,51 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,420% @ 99,54 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – OUTUBRO/26): +0,40% @ R$ 5,175
  • COMMODITIES: +0,39% @ 145,78 pontos

Bom dia. A semana começa com aversão a risco, pressionada por uma combinação negativa de petróleo novamente em alta e revisão das expectativas para o ciclo de inteligência artificial. O Brent voltou a superar US$ 107 após novas interrupções de oferta no Oriente Médio e o adiamento das negociações sobre a navegação no Estreito de Ormuz. Ao mesmo tempo, o debate entre líderes do setor de tecnologia sobre a necessidade de desacelerar o desenvolvimento da IA provocou forte correção em semicondutores e demais ativos ligados ao tema.

O movimento do petróleo aumenta a preocupação com inflação justamente às vésperas de uma Superquarta decisiva para os juros globais. O mercado atribui quase 90% de probabilidade a uma alta do Fed, enquanto no Brasil a expectativa é de corte da Selic para 13,75%. A combinação reduz o diferencial de juros entre Brasil e EUA e pode trazer maior sensibilidade para o real. O Banco do Japão também entra no radar, com possibilidade de novo aperto monetário.

No Brasil, além do Copom, o cenário político ganha peso. A crise no STF entra de vez no radar eleitoral depois de interromper, na sexta-feira, o movimento recente dos ativos associado à melhora das expectativas em torno da candidatura de Flávio Bolsonaro.

A leitura para o início da semana é de cautela: petróleo mais alto reforça o risco inflacionário e pressiona a discussão de juros, enquanto a correção no setor de IA retira um dos principais pilares de sustentação das bolsas globais. Com Fed, Copom, BoJ e risco geopolítico concentrados na mesma semana, a tendência é de volatilidade elevada e menor apetite a risco.


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