Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: mercados na defensiva no retorno do feriado

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 08/09/2026 08:30

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,20% @ 648,61 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): -0,30% @ 7.698,75 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +2,47% @ 93,69 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,20% @ 99,00 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – OUTUBRO/26): -0,25% @ R$ 5,138
  • COMMODITIES: +0,91% @ 144,17 pontos

Bom dia. O mercado começa a semana em modo mais defensivo, com o petróleo se aproximando de US$ 100 e reforçando o risco de uma nova rodada de pressão inflacionária. A escalada no Oriente Médio, ataques a instalações sauditas e menor fluxo pelo Estreito de Ormuz apertam a oferta justamente em um momento de demanda chinesa mais forte. O resultado é pressão sobre bolsas e juros globais, com o mercado aumentando a convicção de que os principais bancos centrais ainda terão de apertar a política monetária.

Nos EUA, o payroll forte recolocou uma alta do Fed em setembro no centro da discussão, com o mercado atribuindo mais de 60% de probabilidade ao movimento. Agora, petróleo e inflação passam a andar juntos na formação das expectativas, deixando o CPI de sexta-feira como principal gatilho da semana. Na Europa e no Japão, novas altas de juros já estão amplamente precificadas, reforçando um ambiente global de condições financeiras mais restritivas.

No Brasil, a volta do feriado tende a trazer pressão adicional sobre a curva de juros e atenção ao câmbio, diante da combinação de petróleo mais caro e Fed mais hawkish. O IPCA de sexta-feira será a principal referência doméstica para calibrar as expectativas de política monetária.

Na política, a nova pesquisa Quaest adiciona volatilidade ao cenário eleitoral: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados numericamente, com 41% cada em um eventual segundo turno. É a primeira vez que a vantagem de Lula desaparece, depois de ter chegado a oito pontos em julho.


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