Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Rápidas da Tarde: O que está mexendo com os preços na tarde dessa 5ª-feira

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Grãos
Publicado em: 16/07/2026 15:24

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Macro: Os mercados operam em cenário de maior aversão ao risco para o Brasil após os EUA anunciarem tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, pressionando o Ibovespa e valorizando o dólar frente ao real. No Brasil, dados de varejo abaixo do esperado e a desaceleração da inflação reforçam a expectativa de novos cortes na Selic pelo Copom. Ao redor do globo, os principais índices de renda variável recuam pressionadas pelo setor de semicondutores, enquanto o petróleo arrefece depois do ímpeto de alta dos últimos dias. 

  • CÂMBIO  +0,43% @ 5,1010

CBOT 

Soja e Derivados:  Dia de queda para a soja na CBOT, acompanhando os demais grãos. No mercado físico, os preços no interior se mantêm estáveis, com produtores aguardando melhores oportunidades para novas vendas. Falando de vendas semanais, a soja 25/26 somou 188 mil t. O comprometido na exportação está em 41,3 Mi t, contra meta de 41,1 Mi t do USDA até o fim da temporada. Ou seja, o comprometido já cobre a meta da temporada. Na safra nova, o total ficou em 1,77 Mi t, com a China levando 1,056 Mi t. As vendas para a safra nova somam mais de 4 Mi t, ultrapassando as últimas 3 safras para esse mesmo período do ano. 

Saiba mais em: 

USDA: Vendas semanais positivas para a soja e negativas para o milho 

Milho: Depois da forte alta do dia anterior, os cereais recuam parte do movimento. A correção é natural, mas alguns pontos fundamentais contribuem para o contexto do dia. O primeiro ponto é o clima. O calor que atingiu as lavouras de milho nas últimas semanas começa a mostrar algum alívio para os próximos dias. O segundo ponto são as vendas semanais, que vieram fracas nesta semana. Ainda assim o programa de exportação americano é recorde. 

Trigo:  Para o trigo, o cereal acompanha o movimento dos mercados europeus. Mesmo com o arrefecimento no ímpeto de alta, o mercado segue monitorando de perto o desenrolar da guerra. O contrato contínuo do trigo na CBOT bateu a máxima intradiária em dois anos, enquanto o trigo na Euronext alcançou a máxima desde fev/25. De modo geral o trigo segue sustentado pelas preocupações com a oferta global mais apertada e pelo risco de interrupções no fluxo marítimo, em meio ao aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia. 

Saiba mais em: 

Mar Negro: Novos desdobramentos na guerra entre Rússia e Ucrânia. Impactos para os grãos

  • SOJA -8,50 @ 1183,75 ¢/bu 
  • ÓLEO -0,56 @ 71,62 ¢/lp 
  • MILHO -6,50 @ 441 ¢/bu 
  • FARELO +2,50 @ 320,10 USD/st 

B3 

Milho: Na B3, os futuros operam mistos e sem definição clara. A alta do câmbio favorece e dá suporte às cotações, mas o avanço da oferta no curto prazo limita altas maiores. No mercado físico, houve aceleração mais agressiva das compras de alguns players. No Oeste do MT, os negócios estão sendo indicados em torno de R$ 48/sc para setembro e R$ 49/sc para outubro. No MT na região do Xingu, as indicações chegaram a aproximadamente R$ 51/sc no outubro. O movimento comprador reforça uma liquidez maior no físico, com o mercado acompanhando a evolução da comercialização e o ritmo da demanda para os próximos meses. 

  • MILHO B3 JUL/26 -0,05 @ 68,12 R$/saca

Clima: Nesta quinta-feira, os mapas mostram continuidade do padrão visto nos últimos dias, com tempo mais aberto sobre boa parte do Centro-Oeste, Sudeste e Matopiba. Para os próximos dias, a tendência é de manutenção dos baixos volumes de chuva nessas regiões, favorecendo o avanço da colheita do milho segunda safra. As instabilidades seguem mais concentradas na faixa norte do país e no Sul, associadas à passagem de frentes frias, mas ainda com pouco avanço para o Brasil Central. 


Comentários

Cláudio Roberto da Silveira

Milho b3 JUL 68,12? esta não seria a cotação de setembro?