O preço do suíno supergordo na China começou a subir.
O dólar comercial opera em forte queda neste momento, operando abaixo de R$ 5,10.
A forte desvalorização do dólar no Brasil acompanha o movimento global de depreciação da moeda norte-americana, refletindo o resultado de Inflação ao Consumidor (IPC) nos EUA, que foi divulgado há pouco.
Referente ao mês de junho, o IPC registrou deflação de 0,4% no índice cheio, abaixo do esperado pelos analistas (-0,1%). O índice núcleo – que exclui itens voláteis como alimentos e energia – registrou estabilidade ante projeção de 0,2%.
A deflação do índice cheio ocorreu por conta da forte queda de 5,7% no item energia, refletindo a derrocada do preço do petróleo no mês de junho.
O dado abaixo do esperado para inflação na maior economia do mundo reduz o risco de uma política monetária mais restritiva nos EUA. Antes do número, o mercado enxergava maior probabilidade de duas altas de juros até o fim do ano. Após o número do IPC, a probabilidade maior passa a ser de apenas uma alta de juros.
Quanto menos subir os juros nos EUA este ano, melhor para os ativos de risco ao redor do globo. No exterior, o dólar IDX (contra cesta de moedas de países desenvolvidos) registra queda de 0,56% neste momento e moedas emergentes ganham entre 0,5% e 1,3% frente a divisa norte-americana.
No mercado acionário, os índices futuros norte-americanos sobem entre 0,25% (SP500) e 1,2% (Nasdaq) e no Brasil, o Ibovespa futuro sobe 0,6%.
Hoje é dia de apetite ao risco por conta do dado de inflação ao consumidor abaixo do esperado nos EUA.
Amanhã será a vez da divulgação do Índice de Preço ao Produtor.
