Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: o foco da semana está nos BC’s

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 16/06/2026 08:41

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +0,43% @ 637,14 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,08% @ 7.566,00 pontos
  • PETRÓLEO (NY): -3,15% @ 78,25 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,07% @ 99,56 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – julho/26): +0,05% @ R$ 5,077
  • COMMODITIES: -0,57% @ 127,75 pontos

Bom dia. Os mercados iniciam a sessão com o foco migrando da geopolítica para a política monetária. Após três sessões consecutivas de alta em Wall Street, os futuros americanos operam próximos da estabilidade, enquanto bolsas europeias e asiáticas registram ganhos moderados. O petróleo Brent recua cerca de 2,6%, refletindo a redução dos riscos de oferta após o avanço do acordo entre Estados Unidos e Irã.

A queda do petróleo e a compressão dos prêmios de risco globais alteraram significativamente o cenário desde o fim de semana. Com menor pressão inflacionária vinda da energia, os investidores direcionam suas atenções para as decisões de política monetária desta semana, com destaque para Fed, Banco do Japão e Copom.

Nos Estados Unidos, a expectativa é de manutenção dos juros, mas a comunicação do Fed seguirá como principal vetor para os mercados. O foco estará na avaliação da autoridade monetária sobre a trajetória da inflação e os riscos para a atividade em um ambiente de acomodação dos preços de energia.

Na Ásia, o Banco do Japão elevou sua taxa básica em 25 pontos-base, para 1%, o maior nível em mais de três décadas, dando continuidade ao processo de normalização monetária no país.

Para o Brasil, a melhora do ambiente externo e o recuo do petróleo reforçam a perspectiva de menor pressão inflacionária no curto prazo, contribuindo para a redução dos prêmios locais e fortalecendo as expectativas de flexibilização monetária à frente. Embora as negociações entre Estados Unidos e Irã ainda envolvam temas sensíveis, como o programa nuclear iraniano e a estabilidade regional, o mercado reage ao alívio do risco imediato, favorecendo ativos de risco globais.


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