Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Rápidas da Tarde: O que está mexendo com os preços na tarde dessa 6ª-feira

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Grãos
Publicado em: 21/08/2026 16:04

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Macro: A sexta-feira (21) vai encerrando com o dólar mais fraco tanto no Brasil quanto no exterior. A moeda norte-americana perde força frente ao real e às principais moedas de países emergentes. Nos ativos de risco brasileiros, o dia também é positivo. O Ibovespa sobe quase 2% e recupera parte das fortes perdas observadas nos últimos dias. A leitura da sessão é favorável aos ativos de risco em nível global. O petróleo segue próximo da estabilidade, ainda sem novidades relevantes sobre uma possível resolução dos impasses no Estreito de Ormuz e no Mar Negro.

  • CÂMBIO -1,10% @ 5,13

CBOT

Soja e Derivados: Nos futuros da soja, o dia é levemente positivo. Desde o fechamento da última sexta-feira, o contrato novembro acumula alta próxima de 3,9%, ou 46 c/bu. O raly ganhou suporte com as leituras do Pro Farmer Crop Tour, que mostraram contagens de vagens abaixo do ano passado em vários estados, apesar de parte dos resultados ainda superar a média de três anos. Também contribuíram o suporte dos biocombustíveis ao óleo de soja e o forte ritmo das compras chinesas. Nesta sexta-feira, o USDA reportou 1,432 Mi t de soja da safra 2026/27, sendo 712 mil t para a China e 720 mil t para destinos desconhecidos. Nos derivados, o óleo realiza parte dos ganhos recentes, enquanto o farelo opera levemente positivo.

Saiba mais:

🚨 ALERTA 1: Novas vendas elevam book da soja americana para algo próximo de 13,58 Mi t
 

Milho e Trigo: Para os cereais, o dia é misto. Enquanto o trigo trabalha praticamente no zero a zero, com leve viés de queda, o milho encontra sustentação e registra ganhos próximos de 1% na curva. O impulso do milho nesta semana vem principalmente dos dados do Pro Farmer Crop Tour, que indicaram, em várias regiões, potencial produtivo abaixo do ano passado e das projeções do USDA. Isso reforça a possibilidade de cortes mais agressivos de produtividade nos próximos relatórios. Além disso, há suporte dos biocombustíveis, após a EPA anunciar uma medida emergencial que amplia a comercialização do E15, na tentativa de conter a alta da gasolina nas bombas.

  • SOJA +5,00 @ 1225,75 ¢/bu
  • ÓLEO -1,93 @ 69,25 ¢/lp
  • MILHO +4,75 @ 483,50 ¢/bu
  • FARELO +2,40 @ 318,10 USD/st

B3

Milho/B3: Os futuros do milho na B3 operam em queda nesta sexta-feira. A forte queda do dólar pressiona a paridade de exportação e pesa sobre as cotações. No mercado físico, os negócios perderam ritmo ao longo da semana, apesar de os preços no interior seguirem firmes. Nos portos, os prêmios encerram a semana pressionados, com recuo das ofertas e dos bids nas posições mais curtas. Os spreads permanecem abertos, mostrando compradores cautelosos e pouca liquidez.

  • MILHO B3 SET/26 -0,08 @ 71,30 R$/sc

Clima: Nesta sexta-feira (21), o tempo segue mais aberto sobre boa parte do Brasil Central, com calor forte e baixos volumes de chuva entre Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e interior de São Paulo. No Sul, as instabilidades perdem força no curto prazo, enquanto os mapas começam a concentrar a atenção na virada do mês, quando as chuvas voltam a ganhar espaço. Para o início de setembro, há sinal de retorno das precipitações sobre parte do Centro-Oeste, mas ainda de forma irregular e com temperaturas elevadas, o que pode atrasar a melhora da umidade do solo e manter atenção para o início do plantio da soja.


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