Essa opinião foi escrita no dia 07 desse mês.
Macro: Os mercados encerram o último pregão de julho em alta, impulsionados pela recuperação das ações de tecnologia após resultados fortes de big techs ligadas à IA. No Brasil, o Ibovespa opera em alta, com bom desempenho de bancos e Petrobras, enquanto o dólar sobe levemente na formação da PTAX. O petróleo registra queda moderada, pressionado por expectativas da Opep+ e tensões no Oriente Médio. Cenário de cautela com balanços em andamento, indicadores de inflação e próximas decisões de política monetária dos bancos centrais.
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CBOT
Soja e Derivados: Dia de forte queda para o complexo da soja, mas poderia ter sido pior para a oleaginosa, que encontrou algum suporte na demanda. O leilão da Sinograin, na China, teve resultado misto. Cerca de metade das 504 mil t ofertadas foi comercializada. Um novo leilão de 500 mil t já foi anunciado para a próxima quarta-feira (05). No Brasil, negócios em Goiás foram reportados a R$ 134/sc para setembro, acompanhando a valorização das principais praças nas últimas semanas. O mercado segue atento à sustentação dos basis da soja brasileira.
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🚨 ALERTA 1: Mais vendas de soja anunciadas pelo USDA
Milho: O milho também opera em baixa, mas acumula alta em julho, seguindo para interromper uma sequência de duas perdas mensais. O mercado aguarda o relatório de agosto do USDA, com possíveis ajustes de produtividade. Na União Europeia, as projeções para 2026/27 indicam queda de 8% na produção de trigo e de 14% no milho.
Trigo: Dia de queda para os cereais em Chicago, pressionados por movimentos técnicos e pela liquidação de posições no encerramento do mês. O trigo recua com força, mas ainda caminha para a primeira valorização mensal em três meses, sustentado pelas preocupações com a oferta no Mar Negro após novos ataques na região portuária russa. O aumento dos riscos para armadores, seguradoras e exportadores pode elevar os custos de frete e limitar o fluxo de grãos.
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🚨 ALERTA 2: Mercado segue atento à oferta de trigo no Mar Negro
B3
Milho: A B3 teve sua abertura adiada nesta sexta-feira devido a problemas técnicos da própria bolsa. As negociações começaram parcialmente às 12h. No mercado físico, as negociações estão caminhando, não no mesmo ritmo das semanas de alto farmer selling (FS), mas o mercado segue com mais liquidez do que a soja. Na semana, o FS acumula 1,2 Mi t até o fechamento de ontem, contra 2,5 Mi t na semana passada.
Clima: A tarde desta sexta-feira (31) segue com predomínio de tempo firme sobre praticamente todo o Brasil. As instabilidades permanecem restritas a pontos da Bahia e da faixa litorânea do Nordeste, sem expectativa de volumes expressivos. As temperaturas continuam em elevação nas regiões centrais, enquanto a Região Sul se prepara para a chegada de uma nova frente fria.
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