Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: semana começa bem positiva para as bolsas

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 27/07/2026 08:40

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +0,91% @ 650,36 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,92% @ 7.518,75 pontos
  • PETRÓLEO (NY): -6,75% @ 83,26 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,16% @ 101,30 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – AGOSTO/26): -0,15% @ R$ 5,078
  • COMMODITIES: -1,94% @ 132,32 pontos

Bom dia. A semana começa com forte recuperação dos ativos de risco, impulsionada pela expressiva queda do petróleo diante da trégua temporária entre Estados Unidos e Irã. O Brent recua mais de 8%, após ter superado US$ 100 na semana passada, reduzindo a pressão inflacionária global e favorecendo a queda dos rendimentos dos títulos soberanos. Com isso, bolsas globais avançam, lideradas pelo setor de tecnologia e pela cadeia ligada à inteligência artificial, enquanto o dólar perde força.

A redução das tensões geopolíticas devolve o foco do mercado para uma agenda decisiva. Nos Estados Unidos, a reunião do Fed, na quarta-feira, e a temporada de balanços das grandes empresas de tecnologia devem definir o tom dos próximos dias. Apesar do alívio recente, o mercado ainda atribui probabilidade relevante a uma nova alta de juros, enquanto os resultados das big techs serão determinantes para validar, ou colocar em xeque, o elevado nível de investimentos em inteligência artificial, principal motor das bolsas nos últimos meses.

No Brasil, as atenções se voltam para o IPCA-15 de julho e os dados do mercado de trabalho, indicadores que devem reforçar o cenário de corte de 0,25 ponto percentual da Selic na reunião do Copom de 5 de agosto. A temporada de resultados também ganha força na B3, com divulgação de balanços de empresas de grande peso, incluindo a Vale.

O pano de fundo segue construtivo, mas a combinação entre decisão do Fed, balanços das gigantes de tecnologia, indicadores de inflação e emprego e a ainda frágil situação no Oriente Médio sugere uma semana de elevada volatilidade, com o petróleo permanecendo como o principal termômetro do apetite ao risco global.


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