Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: as ações de tecnologia voltam ao radar

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 06/07/2026 08:28

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,33% @ 650,61 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,44% @ 7.561,75 pontos
  • PETRÓLEO (NY): -0,13% @ 68,60 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,22% @ 101,07 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – AGOSTO/26): +0,00% @ R$ 5,208
  • COMMODITIES: +1,20% @ 124,55 pontos

Bom dia. Os mercados iniciam a semana com viés positivo no exterior, liderados pelo setor de tecnologia. Os futuros do Nasdaq 100 avançam cerca de 1%, enquanto os do S&P 500 sobem 0,4%, após o feriado nos Estados Unidos. Na Europa, o Stoxx 600 realiza parte dos ganhos recentes, enquanto as bolsas asiáticas fecharam sem direção única.

O principal foco da semana será o setor de semicondutores, que volta a testar o apetite dos investidores pelo tema de inteligência artificial. A divulgação de resultados de importantes fabricantes de chips e novos eventos ligados ao segmento devem servir como termômetro para avaliar se o rali das empresas de IA continua sustentado pelos fundamentos. Em uma semana de agenda macro mais enxuta e antes do início mais intenso da temporada de balanços nos Estados Unidos, o mercado seguirá atento à capacidade do setor de justificar as elevadas expectativas embutidas nos preços.

No mercado de commodities, o petróleo recua após a Opep+ confirmar, no domingo, o quarto aumento consecutivo da produção. A decisão reforça a perspectiva de maior oferta global, em um ambiente de normalização do fluxo pelo Estreito de Ormuz, reduzindo os prêmios de risco observados nas últimas semanas.

No Brasil, o destaque fica para a audiência do USTR, em Washington, que avaliará as práticas comerciais brasileiras e marca o primeiro movimento da estratégia tarifária do governo Donald Trump contra o país. Na agenda doméstica, investidores acompanham as vendas no varejo e o IPCA de junho, indicadores que podem reforçar a leitura de desaceleração da atividade e manter no radar a possibilidade de um novo corte da Selic em agosto.

No exterior, o mercado também acompanhará a divulgação das atas das últimas reuniões do Federal Reserve e do Banco Central Europeu, em busca de novos sinais sobre os próximos passos da política monetária.


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