Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: semana mais curta

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 29/06/2026 08:17

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,03% @ 635,67 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,91% @ 7.469,00 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +0,88% @ 69,79 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,12% @ 101,22 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – julho/26): -0,55% @ R$ 5,140
  • COMMODITIES: -0,23% @ 122,71 pontos

Bom dia. Os mercados iniciam a semana em recuperação, com investidores aproveitando o movimento de realização da semana passada para recompor posições em ações, enquanto o foco se volta para uma agenda carregada de indicadores e para os discursos de dirigentes dos principais bancos centrais. Nos Estados Unidos, os futuros do S&P 500 e do Nasdaq avançam, refletindo o apetite por ativos de risco após a segunda pior semana do trimestre para o índice americano.

No Oriente Médio, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques no fim de semana, mas o cessar-fogo aparentemente segue em vigor. O petróleo opera em leve alta, sustentado pela cautela em torno do Estreito de Ormuz, onde o fluxo de embarcações ainda se normaliza gradualmente após os episódios de tensão. Ainda assim, a commodity permanece próxima dos níveis anteriores ao conflito, reduzindo parte do prêmio de risco incorporado nas últimas semanas.

Com a geopolítica em segundo plano, a atenção dos investidores retorna aos fundamentos da economia americana. Após o PCE reforçar um cenário de inflação relativamente comportada, o principal destaque da semana será o relatório de emprego (payroll), excepcionalmente divulgado na quinta-feira devido ao feriado de 4 de Julho. O dado será determinante para calibrar as expectativas em relação aos próximos passos do Federal Reserve.

No Brasil, a combinação entre o alívio nos preços do petróleo, a leitura benigna do IPCA-15 e uma comunicação mais flexível do Banco Central mantém vivo o debate sobre a possibilidade de retomada do ciclo de cortes da Selic nos próximos meses. Ao longo da semana, os investidores acompanham ainda os números do Caged e da produção industrial, indicadores importantes para avaliar o ritmo da atividade doméstica.


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