O crush margin baseado no Preço de Paridade de Exportação
Macro: O dólar opera na casa dos R$ 5,20 nesta tarde, mas chegou a atingir o patamar de R$ 5,22 nesta quarta-feira (24). A forte queda do petróleo, somada à pressão nas ações de tecnologia favorece a busca por ativos considerados mais seguros e sustenta a valorização da divisa norte-americana. O índice global do dólar (IDX), opera em alta pelo 6º dia consecutivo. No Brasil, o Ibovespa trabalha em queda e na última segunda-feira (22), houve saída líquida de fluxo estrangeiro de R$ 2 bilhões da B3.
CBOT
Soja e Derivados: Queda para os futuros da soja e óleo de soja na CBOT. A derrocada vem pela forte desvalorização nos preços do petróleo. O Brent opera nesta tarde com queda próxima de 4%, diante da redução das tensões no Oriente Médio e da reabertura do Estreito de Hormuz, que leva a percepção de maior oferta disponível no mercado. Correndo por fora, o mercado acompanha de perto a evolução das lavouras americanas, onde o clima mais úmido em importantes regiões produtoras de soja, pode refletir em algum impacto para o desenvolvimento das plantas.
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Milho e Trigo: O milho tem queda moderada acompanhando a soja, enquanto o trigo atua praticamente estável na Bolsa de Chicago. O mercado segue de olho no clima americano e, agora também no clima europeu. Nos EUA, há indícios de temperaturas acima da média em toda a metade leste do país nos próximos 6 a 10 dias. O pior do calor deve se concentrar no leste do cinturão do milho, incluindo Illinois, Indiana e Ohio. Na Europa, a onda de calor segue dando suporte aos preços na Euronext. No mercado físico dos EUA, o interior registrou leve recuo dos basis do milho para o spot.
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B3
Milho: Futuros do milho atuam estáveis nesta tarde na B3, após terem registrado ganhos durante a manhã acompanhando o movimento do dólar. Contudo, com a desaceleração do câmbio, os preços do milho também arrefeceram. No mercado físico, seguem muitos reports de milho avariado no MT. A colheita está lenta devido aos grandes volumes de chuva. A expectativa de uma safra cheia no estado, a ponto de compensar perdas em outras regiões, começa a ficar ameaçada à medida que a colheita avança.
Clima: A quarta-feira (25) começou com registros de geada em diversas áreas do Sul do Brasil e também no leste do Paraguai, resultado da intensa massa de ar polar que atua sobre a região desde o início da semana. Relatos preliminares indicam ocorrência de geadas em áreas de baixada no Paraná e no Paraguai, inclusive em algumas regiões produtoras de milho, embora a extensão e os possíveis impactos ainda estejam sendo levantados.
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