Os preços do suíno na China continuam nas mínimas de mais de 4 anos.
Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).
Bom dia. Os mercados iniciam a semana entre a redução do risco geopolítico e a expectativa pela comunicação do Banco Central. Na Suíça, Estados Unidos e Irã avançaram nas negociações para um acordo definitivo, com a criação de mecanismos para evitar incidentes na região e garantir a navegação pelo Estreito de Ormuz. O movimento reduz parte do prêmio de risco incorporado ao petróleo, com o Brent recuando cerca de 1,6%.
A reação dos ativos, contudo, é moderada. Os futuros de Nova York operam em leve queda, refletindo a percepção de que uma solução diplomática já vinha sendo parcialmente precificada pelo mercado. Em outras palavras, o alívio geopolítico reduz riscos de cauda, mas não altera de forma relevante o cenário macro global.
No Brasil, o foco migra para a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária. Após a forte reação da curva de juros à última decisão, os documentos ganham importância por poderem calibrar a percepção de que o Banco Central adotou um tom mais dovish. O mercado busca sinais sobre a convicção da autoridade monetária em relação ao processo de desinflação e ao espaço para flexibilização da política monetária à frente.