Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Rápidas da Tarde: O que está mexendo com os preços na tarde dessa 2ª-feira

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Grãos
Publicado em: 01/06/2026 15:14

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Macro: O dólar inicia o mês operando no campo negativo frente ao real. A moeda brasileira segue resiliente, mesmo com o IDX trabalhando em alta no mercado externo. Apesar da intensificação do conflito no Oriente Médio e do aumento das tensões globais, o ambiente doméstico favorece ganhos para o real. A curva de juros brasileira segue mais firme nesta abertura de mês, com investidores exigindo maiores prêmios de risco. A falta de uma resolução para o conflito mantém a pressão sobre a inflação global e tende a sustentar um discurso mais duro dos bancos centrais em relação aos juros. Os futuros do petróleo e as taxas globais de juros continuam sendo os principais termômetros do mercado. Além disso, as pesquisas eleitorais divulgadas semanalmente seguem adicionando volatilidade ao câmbio brasileiro. 

 

  • CÂMBIO -0,50% @ 5,01

 


CBOT 

Soja e Derivados:  O complexo soja opera com direções distintas nesta segunda-feira (01). De um lado, soja em grão e farelo trabalham no campo negativo. Do outro, o óleo de soja registra fortes ganhos, impulsionado pela alta dos futuros do petróleo e pelas discussões envolvendo a política de óleos vegetais nos EUA. A soja em grão não consegue acompanhar a valorização do óleo. O esmagamento americano segue em ritmo elevado, trazendo mais farelo para o mercado. Com maior oferta disponível, o derivado opera pressionado e acompanha o movimento de baixa da soja em grão. 

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Opinião: Apagão de óleo de soja nos EUA 


Milho: Nos cereais o cenário é baixista, mesmo com a forte alta do petróleo. Na última sexta-feira, os fundos reduziram suas posições compradas em mais de 58 mil contratos e adicionaram quase 30 mil contratos vendidos. Apesar disso, os investidores ainda mantêm posição líquida comprada, indicando espaço para novas liquidações. Do lado dos fundamentos, o clima nos EUA segue praticamente perfeito para o desenvolvimento das lavouras, sem preocupações relevantes para a safra neste momento. Além disso, a Argentina caminha para uma safra recorde de milho. Os últimos levantamentos do PAS elevaram as estimativas de produção nas últimas semanas, reforçando um cenário de ampla oferta. Com a redução gradual das retenciones, a tendência é que o produtor argentino aumente a comercialização de milho, ampliando a competitividade da origem argentina no mercado internacional. 

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Call Estratégico - Call Group  


Trigo: Os futuros do trigo também operam em queda, pressionados pelo bom desenvolvimento das lavouras de primavera no Hemisfério Norte e pela ausência de problemas climáticos relevantes no curto prazo. Apesar das perdas produtivas já consolidadas em parte do trigo de inverno dos EUA, o mercado segue focado agora para a condição do plantio de trigo de primavera. O trigo na Euronext recuou para a mínima de três semanas após o retorno de condições climáticas mais amenas na Europa Ocidental. O alívio após a recente onda de calor reduziu as preocupações com a safra e reforçou as expectativas de ampla oferta nas próximas colheitas do Hemisfério Norte.  

 


  • SOJA -7,50 @ 1179,25 ¢/bu 
  • ÓLEO +1,21 @ 78,93 ¢/lp 
  • MILHO -4.25 @ 442,50 ¢/bu 
  • FARELO -3,70 @ 326,10 USD/st 
  • TRIGO -2,20 @ 608,2 ¢/bu 

 


B3 

Milho: Os futuros do milho brasileiro acompanham os cereais na Bolsa de Chicago e também operam em queda neste início de semana. No mercado físico, a colheita avança, mas ainda de forma mais concentrada no MT e norte do PR. A América do Sul segue bem ofertada no curto prazo, com a entrada da safrinha brasileira e o avanço da colheita na Argentina. Nas últimas semanas, os prêmios do milho FOB Paranaguá sofreram forte pressão em função da competitividade do milho argentino, mas encontraram certo suporte ao longo da última semana. 

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Análise Gráfica: milho volta a testar suporte e mantém pressão baixista no curto prazo 

 

  • MILHO B3 JUL/26 -0,20 65,22 R$/sc

Clima:  O mês de junho inicia com a tendência de um padrão de precipitações ligeiramente diferente de maio, com os modelos já indicando retorno de chuvas para áreas mais centrais do Brasil. Por hora, a semana inicia com tempo firme na maior parte do território nacional, com ocorrência de pancadas mais ao Norte, atingindo Amazonas, Pará e a faixa litorânea do Maranhão. Essa tendência de tempo aberto deve persistir ao longo da semana. 

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Clima: Destaques Climáticos 


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