Os preços do suíno na China continuam nas mínimas de mais de 4 anos.
Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).
Bom dia. Os mercados iniciam a sexta-feira em tom moderadamente positivo, sustentados pela expectativa de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, que pode aliviar as tensões no Oriente Médio e reduzir os riscos para o petróleo. Os futuros do S&P 500 avançam levemente, mantendo Wall Street próxima das máximas históricas, enquanto o Brent recua cerca de 1,7%, em direção aos US$ 92 por barril.
A percepção de descompressão geopolítica reforça a leitura de menor pressão inflacionária global, em um ambiente ainda dominado pelo rali de inteligência artificial nos EUA. O movimento ganha força após a Dell surpreender positivamente no after market, ampliando o otimismo com o ciclo de investimentos em tecnologia.
Apesar do viés construtivo, o mercado segue cauteloso. Relatos apontam para um memorando provisório entre EUA e Irã para estender o cessar-fogo por 60 dias e reabrir o Estreito de Ormuz, mas o acordo ainda carece de confirmação oficial, enquanto novos ataques na região mantêm o prêmio de risco no radar.
No Brasil, o foco recai sobre a divulgação do PIB do 1T e do resultado fiscal do setor público, em uma sessão de agenda doméstica mais relevante frente ao exterior mais esvaziado. Além disso, temos hoje a formação da PTAX do mês de maio.
O mercado mantém postura tática: o avanço das negociações entre EUA e Irã reduz a pressão sobre o petróleo e favorece ativos de risco, mas a ausência de confirmação definitiva e a persistência de episódios de violência limitam movimentos mais agressivos.