Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: dia de euforia mesmo com liquidez reduzida

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 25/05/2026 08:31

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +0,83% @ 630,32 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,95% @ 7.562,50 pontos
  • PETRÓLEO (NY): -5,82% @ 90,99 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,24% @ 99,00 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – junho/26): -0,35% @ R$ 5,018
  • COMMODITIES: -0,18% @ 138,66 pontos

Bom dia. Os mercados globais começam a semana em alta, impulsionados pela perspectiva de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz e a normalização do fluxo de petróleo na região.

Com feriados nos EUA (Memorial Day), Reino Unido e parte da Europa e da Ásia, a sessão desta segunda-feira é marcada por liquidez reduzida. Ainda assim, o apetite por risco prevalece: os futuros do S&P 500 avançam 0,9%, enquanto o Nasdaq 100 sobe 1,4%. O dólar perde força frente às moedas do G10.

O MSCI ACWI renovou máxima histórica, refletindo a melhora do sentimento global. Na Europa, o Stoxx 600 sobe pela sexta sessão consecutiva, atingindo o maior nível intradiário desde o início da guerra envolvendo o Irã.

No petróleo, o Brent recua quase 6% e volta a operar abaixo de US$ 100 por barril, diante da expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz e retomada gradual das exportações iranianas.

Segundo agências internacionais, EUA e Irã avançaram nas negociações ao longo do fim de semana e já teriam alcançado um entendimento preliminar envolvendo navegação em Ormuz, exportações de petróleo e discussões sobre o programa nuclear iraniano. Apesar disso, Teerã afirmou que um acordo definitivo ainda não é iminente.

Na agenda da semana, investidores monitoram o IPCA-15, PIB brasileiro, dados de emprego e números fiscais no Brasil. Nos EUA, o destaque será o PCE de abril, principal medida de inflação acompanhada pelo Fed.


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