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NOTA 1: Bolsa de Cereales aumenta a estimativa de produção de soja e milho na ARG

Por: Equipe Agrinvest
Nota, Grãos
Publicado em: 21/05/2026 16:34

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SOJA

A colheita de soja na Argentina ganhou forte ritmo nesta semana e já alcança 74,7% da área apta, contra 34,3% na semana passada. Os rendimentos seguem acima da média histórica em importantes regiões produtoras, com destaque para NOA, NEA, Núcleo Norte, Núcleo Sul, Centro-Norte de Córdoba e Norte de La Pampa-Oeste de Buenos Aires. O rendimento médio nacional subiu para 32,8 qq/ha, o maior das últimas seis campanhas.

Mesmo com o ajuste da área semeada para 16,8 milhões por hectare, redução de 400 mil hectares frente à estimativa anterior, os ganhos de produtividade elevaram a projeção da safra argentina para 50,1 Mi t, alta de 1,5 Mi t frente à semana passada. Na soja de segunda, o Norte de La Pampa-Oeste de Buenos Aires segue registrando rendimentos recordes.


MILHO

A colheita do milho segue avançando em ritmo mais lento na Argentina, uma vez que os trabalhos continuam priorizando a soja em grande parte das regiões agrícolas. A área colhida alcança 32,9% da superfície apta, avanço semanal de apenas 0,9 p.p.

Apesar do ritmo mais lento da colheita, a Bolsa de Cereales elevou novamente a projeção da safra argentina. A área semeada foi revisada para 8,4 milhões por hectare, com acréscimo de 300 mil hectares frente à projeção anterior, igualando o recorde histórico dos dados de série do relatório.

Os rendimentos seguem sustentados, com média nacional em 84,8 qq/ha. Com isso, a projeção de produção foi elevada para 64 Mi t, alta semanal de 3 Mi t e novo recorde histórico para a produção argentina de milho. Para o milho tardio, aumenta a proporção de áreas em maturação fisiológica, mantendo potencial produtivo elevado para o restante da colheita.

O milho da Argentina está bem competitivo em relação ao Brasil. Essa semana fechou vendas em tender da Coreia entre US$ 280/t e US$ 282,7/t CFR, equivalente a aproximadamente +70cn em Panamax. Essa licitação era limitada entre as origens América do Sul e África do Sul. Neste momento, o Brasil segue menos competitivo frente à Argentina, com diferença ao redor de 15-18 ¢/bu.

Saiba mais em: 

Mercados na Ásia: Tradings reduzindo exposição do programa de exportação de milho


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