Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: um dia de grande otimismo para os mercados

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 06/05/2026 08:07

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +2,30% @ 623,79 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,99% @ 7.359,50 pontos
  • PETRÓLEO (NY): -12,12% @ 89,87 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,73% @ 97,69 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – junho/26): -0,45% @ R$ 4,906
  • COMMODITIES: -3,37% @ 136,35 pontos

Bom dia. Os mercados globais iniciam a quarta-feira em forte apetite ao risco, impulsionados pela percepção de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, o que derrubou o petróleo, aliviou os yields e voltou a dar tração para as bolsas, principalmente o setor de tecnologia.

Os futuros do Nasdaq avançam 1,6%, enquanto o S&P 500 sobe 1%, ambos renovando o movimento de máximas históricas, após notícias de que Washington e Teerã trabalham em um memorando para estruturar novas negociações nucleares. Apesar de ainda não haver acordo fechado, o mercado segue precificando uma redução do risco geopolítico e um possível alívio nas restrições de oferta de petróleo.

O Brent despenca mais de 10% por barril, enquanto os Treasuries ganham força, levando o rendimento da T-Note de 10 anos para 4,34%. O dólar perde força globalmente, atingindo o menor nível desde fevereiro, em um ambiente mais favorável para ativos de risco.

Apesar do alívio no curto prazo, o pano de fundo segue cauteloso. O mercado entende que a distensão no Oriente Médio ainda é tática e longe de representar uma normalização estrutural, especialmente com o foco americano migrando da ofensiva militar para a proteção da navegação no Estreito de Ormuz. A sensibilidade da inflação ao petróleo continua no radar dos bancos centrais.

No Brasil, a ata do Copom reforçou um discurso mais duro e totalmente dependente dos dados, mantendo em aberto o ritmo de cortes da Selic. A leitura é de que o BC segue desconfortável com a dinâmica inflacionária e deve preservar uma postura cautelosa nas próximas reuniões.

Na agenda corporativa, o mercado repercute o balanço do Itaú e aguarda os números do Bradesco após o fechamento. Em Nova York, destaque para a AMD, que disparou mais de 16% no after market após resultados fortes e guidance acima do esperado. Entre os indicadores do dia, o ADP volta ao radar com mais uma leitura importante do mercado de trabalho americano.


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