Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: bolsas americanas tentam novos recordes

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 05/05/2026 08:15

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +0,57% @ 608,96 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,29% @ 7.251,25 pontos
  • PETRÓLEO (NY): -1,76% @ 104,55 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,13% @ 98,39 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – junho/26): -0,15% @ R$ 4,986
  • COMMODITIES: -0,03% @ 142,20 pontos

Bom dia. O mercado tenta retomar o tom construtivo, com futuros em alta e petróleo devolvendo parte dos ganhos, à medida que o cessar-fogo no Oriente Médio aparenta se sustentar, reduzindo momentaneamente o prêmio de risco geopolítico. Os contratos do S&P 500 avançam 0,4% e o Nasdaq 100 sobe 0,6%, voltando a flertar com novas máximas, puxado principalmente por nomes ligados a semicondutores, em meio à expectativa sobre os números da AMD, que devem ajudar a calibrar a tese de continuidade do ciclo de investimentos em inteligência artificial.

No macro, os Treasuries respiram com o recuo do Brent para abaixo de US$113, enquanto o dólar segue estável.

Apesar do alívio, o pano de fundo segue frágil: a troca recente de ataques entre EUA e Irã, incluindo drones, mísseis e incidentes no Estreito de Ormuz e nos Emirados Árabes Unidos, mantém o risco de escalada latente e limita um movimento mais consistente de alta. Ainda assim, o mercado se ancora na continuidade das negociações diplomáticas e, principalmente, na temporada de balanços, que segue sendo o principal combustível da alta nos EUA.

No Brasil, o foco recai sobre a ata do Copom, que ganha peso adicional após o estresse recente na curva de juros, impulsionado pela disparada do petróleo e deterioração do cenário externo. O mercado busca sinais mais claros sobre até onde vai o ciclo de cortes da Selic diante de um ambiente global mais adverso. Lá fora, a agenda traz dados de atividade e o relatório Jolts, relevantes para a discussão de juros nos EUA, onde já há quem volte a cogitar aperto adicional. Na B3, atenção aos resultados de Ambev, antes da abertura, e Itaú, após o fechamento.


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