Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: uma semana de agenda econômica cheia

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 27/04/2026 08:21

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +0,41% @ 613,11 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,00% @ 7.195,00 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +0,95% @ 95,30 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,25% @ 98,28 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – maio/26): -0,15% @ R$ 4,987
  • COMMODITIES: +0,64% @ 136,98 pontos

Os mercados iniciam a semana em compasso de espera, com as bolsas americanas próximas das máximas históricas, enquanto investidores encaram uma das agendas mais carregadas do ano entre balanços de tecnologia e decisões de juros dos principais bancos centrais.

Os futuros do S&P 500 estáveis, refletindo cautela diante do impasse geopolítico no Oriente Médio e da alta do petróleo. O petróleo sobe após o fracasso nas tentativas de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã e com o Estreito de Hormuz ainda fechado, fator que mantém elevada a preocupação com oferta global e inflação.

A superquarta concentra Fed e Copom, mas a semana também traz decisões de BCE, BoE e BoJ, ampliando a sensibilidade dos ativos a qualquer mudança de tom das autoridades monetárias.

No Brasil, o foco local passa por IPCA-15, e outros indicadores importantes para calibrar expectativas sobre atividade e trajetória da Selic. Nos Estados Unidos, destaque para a primeira leitura do PIB do 1º trimestre e o PCE, principal métrica de inflação acompanhada pelo Fed.

Na frente corporativa, a temporada de balanços entra em fase decisiva. Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta divulgam números na quarta-feira, seguidas pela Apple no dia seguinte. Juntas, essas empresas representam parcela relevante do S&P 500 e serão determinantes para sustentar ou não o rali recente puxado por tecnologia e inteligência artificial. No Brasil, Vale, Gerdau e Santander concentram atenções na B3.

Resumo: o mercado entra na semana dividido entre fundamentos positivos de lucro corporativo e o risco macro vindo do petróleo e da geopolítica. Se o tom dos bancos centrais vier mais duro e o Brent seguir pressionado, aumenta a chance de realização após a forte alta de abril.


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