Áudio com informações do abertura do dia no agronegócio
Macro: O dólar recua pelo terceiro dia seguido após o cessar-fogo no Oriente Médio. O real se valoriza em meio à melhora do apetite ao risco. O Ibovespa renova máximas, próximo de 196 mil pontos. No exterior, Wall Street opera em alta com dólar mais fraco. O mercado segue otimista com negociações entre EUA e Irã.
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🚨 Alerta 1: Dólar comercial próximo a R$ 5,00
CBOT
Soja e óleo de soja: A soja deve fechar a semana em alta em Chicago, sustentada principalmente pelo enfraquecimento do dólar contra uma cesta de moedas. Por outro lado, no Brasil o fluxo de negócios foi fraco. O número de navios caiu para 5–6, bem abaixo da semana anterior. O câmbio mais baixo encarece a originação e eleva o replacement CFR China. As margens de esmagamento na China pioraram, com board crush negativo para JJA. Mesmo com flat price parecido ao ano passado, a soja está mais cara no destino.
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Trigo: O trigo liderou as perdas na CBOT ao longo da semana. O relatório do USDA trouxe aumento nos estoques globais de 276,9 para 283,1 milhões de toneladas, além de melhora nas condições nos EUA e projeções maiores para a safra russa, na faixa de 88,7 milhões de toneladas. Mesmo com alguma recuperação pontual, o fundamento segue pressionado do lado da oferta.
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Relatório de O&D de Abril – USDA
B3
Milho: A combinação de dólar mais fraco, clima mais favorável na América do Sul e aumento de oferta no relatório do USDA trouxe queda nas cotações do milho na B3. O câmbio chegou ao seu menor nível em mais de dois anos, o que encarece a originação e reduz a competitividade nas exportações. No Mato Grosso, as ofertas seguem entre R$ 50 e R$ 52, enquanto os bids ficam entre R$ 41 e R$ 44, com negócios travados. A paridade indica níveis próximos de R$ 37 no leste do estado, com margens negativas para exportadores entre 70 e 100 centavos por bushel.
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Opinião: O Brasil se tornou o porto seguro dos emergentes. Impactos para o milho e soja
Clima: Para o encerramento da semana, grande parte da região Sul apresenta tempo aberto. No Mato Grosso e em áreas mais centrais, ainda há presença de linhas de instabilidade, com previsão de chuvas em forma de pancadas, irregulares e mal distribuídas, concentradas na faixa centro-norte do Brasil. No domingo, a entrada de uma frente fria pelo Rio Grande do Sul promove mudanças no padrão climático ao longo da terceira semana de abril.
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