Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: o dia “D” de Trump. Será mesmo?  

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 07/04/2026 08:39

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,02% @ 596,58 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): -0,45% @ 6.621,00 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +1,89% @ 114,50 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,00% @ 99,98 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – maio/26): -0,05% @ R$ 5,163
  • COMMODITIES: +0,71% @ 138,88 pontos

Os mercados começam o dia em modo mais cauteloso, com ativos de risco pressionados e petróleo em alta, à medida que se aproxima o prazo imposto pelos EUA para um possível cessar-fogo com o Irã.

Os futuros do S&P 500 recuam levemente, enquanto as bolsas europeias devolvem ganhos. No petróleo, o WTI avança para a região de US$ 114/barril após relatos de explosões na ilha de Kharg, ponto estratégico de escoamento iraniano. O dólar opera praticamente estável.

O foco total segue no deadline de hoje às 21h (Brasília), definido por Donald Trump para que o Irã aceite um acordo. O mercado monitora qualquer sinal de avanço diplomático, mas o cenário ainda é de alta incerteza, com exigência americana de garantia de fluxo livre no Estreito de Ormuz, peça-chave para a oferta global de petróleo.

Do lado geopolítico, o tom segue duro. Trump voltou a ameaçar ataques à infraestrutura energética iraniana caso não haja acordo, enquanto autoridades iranianas também elevam a retórica, sinalizando possíveis respostas mais agressivas.

Na prática, o mercado segue refém do noticiário, alternando entre esperança de descompressão e risco de escalada. Com agenda macro esvaziada, o conflito domina o price action, enquanto no Brasil começa a ganhar atenção o pacote do governo para mitigar os impactos da alta dos combustíveis.

Ou vem algum avanço nas negociações, ou o risco geopolítico tende a escalar, mantendo volatilidade elevada nos ativos. Será que teremos mais um TACO?


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