Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: um possível cessar-fogo no radar

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 25/03/2026 08:20

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +1,36% @ 587,12 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,75% @ 6.655,25 pontos
  • PETRÓLEO (NY): -4,98% @ 87,75 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,11% @ 99,32 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – abril/26): -0,35% @ R$ 5,224
  • COMMODITIES: -1,41% @ 128,97 pontos

Os mercados globais iniciam o dia em modo de alívio, com recuperação parcial dos ativos de risco e queda expressiva no petróleo, à medida que aumentam as sinalizações de uma possível trégua entre EUA e Irã. Os futuros do S&P 500 avançam, acompanhados por uma melhora nos bonds, com destaque para a queda das yields na Europa, enquanto o Brent recua para abaixo de US$100/barril, mesmo com o Estreito de Ormuz ainda praticamente fechado. Ouro sobe levemente e o dólar segue estável.

O movimento ganha força após notícias de que o governo Trump teria elaborado um plano de 15 pontos para encerrar o conflito, já encaminhado ao Irã, com possibilidade de uma reunião entre as partes nos próximos dias. Na reta final do pregão anterior, esse fluxo trouxe reação imediata nos mercados: petróleo em forte queda no eletrônico e bolsas americanas ganhando tração.

Apesar do respiro, o ambiente ainda é frágil. O Irã mantém tom agressivo, ameaçando ampliar o conflito no Golfo Pérsico em caso de escalada militar, enquanto não há sinais claros de aceitação do plano de cessar-fogo, tampouco confirmação de alinhamento por parte de Israel. Depois de semanas de volatilidade intensa guiada por manchetes, o mercado começa a reprecificar um cenário de menor risco no curto prazo, mas o ceticismo segue elevado. A leitura dominante ainda é de cautela: melhora no fluxo, mas sem convicção para sustentar um rali mais consistente. A agenda do dia é mais leve, com destaque para fala de Stephen Miran (FED) e o resultado da JBS após o fechamento.


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