Áudio com informações do abertura do dia no agronegócio
Macro: O dólar opera praticamente lateralizado à tarde, após alta pela manhã no Brasil. O movimento reflete a recuperação do petróleo e cautela antes das decisões de juros. O mercado espera manutenção das taxas pelo Fed, com atenção ao cenário geopolítico. No Brasil, há expectativa de início do corte da Selic, mas com cautela. Incertezas fiscais e riscos em combustíveis e logística seguem pressionando o câmbio.
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Análise gráfica: câmbio sobe com mercado à espera de Fed e Copom
CBOT
Soja e Milho: Futuros dos grãos atuam em alta nesta quarta-feira na CBOT. No físico dos EUA, o milho está levemente mais firme, com compradores tentando estimular as vendas. Em Chicago, soja e milho sobem com suporte da alta do petróleo e da demanda por biocombustíveis. O milho ganha força pelo vínculo com o etanol. Para 2026, projeções indicam queda na área de milho e aumento na área de soja.
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Trigo: O trigo sobe hoje, liderado os ganhos na Bolsa de Chicago. O trigo de primavera tem recuperação, após quedas recentes e entrada de novo fluxo comprador. Além disso, o clima seco nas Planícies dos EUA segue elevando o risco para o trigo de inverno. As condições das lavouras no Kansas pioraram, reforçando preocupação com a safra. Na Europa, a produção foi revisada para baixo, reduzindo a oferta. Ao mesmo tempo, as exportações da UE seguem firmes, sustentando os preços.
B3
Milho: Os preços do milho avançam CBOT e com isso, o milho na B3 tem alta acompanhando o movimento externo. Contudo, o ativo testa a média móvel de 200 períodos, diante da fraqueza do dólar e ajustes no mercado interno.
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Análise gráfica: Milho na B3 testa média de 200 períodos
Clima: A quarta mantém o padrão de chuvas no Centro-Norte, enquanto o Sul segue mais seco e irregular. O Paraná chama atenção pelo déficit hídrico, já impactando o milho safrinha. Houve chuvas recentes no Centro-Oeste, SP e Norte, mas com distribuição irregular. Para hoje e amanhã, há previsão de pancadas no PR, SP e parte do Sudeste. Ainda assim, os volumes não são suficientes para reverter a seca no curto prazo.
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