Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

🚨 ALERTA 1: Dólar comercial volta a testar o suporte de R$ 5,20

Por: Equipe Agrinvest
Alerta, Macro
Publicado em: 20/02/2026 12:08

Icone Icone Icone Icone

Estendendo o movimento da véspera, o dólar comercial opera em queda nesta sexta-feira. Diante da queda deste momento, opera levemente abaixo de R$ 5,20

  • USDBRL: -0,82% @ 5,1850

A queda do dólar no Brasil segue o movimento das demais moedas emergentes, que registram ganhos em torno de 0,4% sobre a moeda norte-americana.

A divisa dos EUA consolidou o movimento de baixa frente as moedas emergentes após a divulgação dos dados de PIB e PCE Core.

Referente ao quatro trimestre de 2025, o PIB da maior economia do mundo apresentou crescimento anualizado de 1,4%, bem abaixo da projeção dos analistas (2,8%) e do reportado no terceiro trimestre do ano passado (4,4%).

Vale ressaltar, que o resultado do quatro trimestre foi impactado negativamente pelo maior shutdown da história nos EUA, que deixou empresas públicas sem funcionar por 43 dias.

O resultado do PIB reforça a visão do mercado de que o Fed deverá cotar pelo menos duas vezes a taxa de juros nos EUA até o fim do ano. Esse sentimento traz queda para o dólar frente as moedas emergentes nesta sexta-feira.

E a depreciação da divisa norte-americana só não é maior porque o resultado do PCE Core (inflação dos gastos da família) veio ligeiramente acima do projetado. Referente a dezembro, registrou alta de 3% no acumulado em 12 meses, ante expectativa de 2,9% e 2,8% reportado em novembro. Esse indicador segue acima da meta de inflação que é de 2%.

A perspectiva para o dólar comercial no curto prazo (60 dias) segue de queda, ancorado na fraqueza global do dólar, taxa de juros real do Brasil mais alta do mundo, contas externas saudáveis e forte fluxo estrangeiro para a bolsa brasileira.

O risco de alta para o dólar em nosso país segue sendo a eleição presidencial deste ano. Porém, ainda deve demorar um pouco para começar a impactar o mercado. Historicamente, a eleição começa a trazer volatilidade ao mercado a partir da virada de maio para junho. 

 


Não há comentários para exibir