preços da soja decolam...
Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).
Os mercados globais amanhecem em modo apetite a risco moderado depois do selloff recente em tecnologia. Os futuros do S&P 500 viraram de uma queda próxima de 1% para leve alta, enquanto o Nasdaq 100 tenta estabilizar após a pior sequência de três dias desde abril.
Commodities: o petróleo pode ficar vulnerável hoje por conta da reunião em Omã envolvendo negociações nucleares EUA–Irã. Na agenda internacional, destaque para o sentimento do consumidor de Michigan, enquanto o mercado recalibra apostas de corte de juros do Federal Reserve já em março, após dados fracos de emprego — o foco agora é o payroll da semana que vem.
Brasil entra no radar político-fiscal. Repercutem os tombos da Amazon e do ADR do Bradesco no after em NY. Às 8h30, o mercado ouve Guilherme Mello, indicado por Fernando Haddad ao BC, falando sobre o balanço macrofiscal. No front institucional, o ministro do STF Flávio Dino concedeu liminar suspendendo os chamados “penduricalhos” nos três Poderes, determinando reavaliação, em até 60 dias, de verbas remuneratórias e indenizatórias, movimento que adiciona volatilidade aos ativos locais.
Resumo: alívio técnico em ações e cripto após pânico em tech, atenção redobrada ao petróleo e à agenda de dados dos EUA. No Brasil, ruído político/fiscal pode mexer com câmbio e curva de juros.