preços da soja decolam...
Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).
Os mercados globais abriram em modo apetite ao risco, com ações em alta e forte recuperação dos metais preciosos. O gatilho veio de resultados corporativos sólidos, com destaque para tecnologia.
Nos EUA, os futuros do S&P 500 sobem 0,2%, mantendo o índice próximo das máximas históricas. Palantir dispara 10% no pré-mercado após guidance de vendas acima do esperado, puxando o setor de tecnologia. Os futuros do Nasdaq 100 avançam 0,5%.
Na Ásia, o Kospi da Coreia do Sul registra o maior ganho desde 2020, impulsionado por uma alta de 10% da Samsung Electronics.
Nos metais, movimento técnico forte: ouro sobe mais de 5%, voltando acima de US$ 4.900, com entrada de compradores após dois dias de queda e enfraquecimento do dólar. Prata acompanha o rali, com alta superior a 10%.
No macro, JOLTS (hoje) e Payroll (sexta) tiveram a divulgação suspensa devido ao shutdown parcial nos EUA, mas o mercado segue relativamente tranquilo, dado que a aprovação do financiamento na Câmara é vista como iminente. O acordo dos EUA com a Índia e as negociações com o Irã deram fôlego adicional às bolsas em Nova York.
No Brasil, o Ibovespa acompanhou o bom humor externo, à espera dos balanços dos grandes bancos ao longo da semana. O dólar seguiu a valorização global, enquanto os juros subiram após o nome de Guilherme Mello ser cogitado para o Banco Central — indicação de Haddad que gera ruído por seu perfil considerado mais heterodoxo.
Agenda do dia: destaque para a ata do Copom e os dados de produção industrial.
Fluxo, resultados e política seguem ditando o tom.