Macro: O dólar opera em queda por mais uma sessão, voltando ao patamar de R$ 5,28 no câmbio brasileiro. Já o índice Bovespa renova novos recordes, superando os 176 mil pontos na máxima do dia, movimentado principalmente pela entrada de capital estrangeiro em nosso mercado acionário. Lá fora, bolsas ao redor do globo seguem em modo risk-on, com alta forte das ações nos EUA puxada por alívio geopolítico e fluxo para IA. O movimento ganhou força após Trump sinalizar acordo-quadro com a OTAN sobre a Groenlândia, reduzindo o risco de escalada diplomática.
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CBOT
Soja e Óleo: A soja mantém alta nesta quinta-feira, sustentada por sinais de reaproximação entre EUA e China após conversas em Davos e enfraquecimento do dólar frente a uma cesta de moedas. A China praticamente completou as compras de 12 Mi t nos EUA e o mercado já precifica migração gradual da demanda para o Brasil, com a colheita 25/26 começando e pressionando a soja americana. No Brasil, embarques seguem lentos (1,02 Mi t até 20/jan), enquanto as nomeações aceleraram para 6,85 Mi t, mantendo aperto físico e logístico.
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Milho e Trigo: Trigo e milho subiram na CBOT nesta quinta-feira, apesar da retirada da pauta de E15 de um projeto na Câmara dos EUA, aumentando a incerteza para o produtor de milho americano. Na Europa, o trigo ficou estável, apoiado pela alta dos EUA, mas limitado pelo euro mais forte e pela concorrência de Argentina e Rússia. Do lado da oferta, a Sovecon sinaliza possível corte na safra russa (atual 83,8 Mi t) se o frio intenso persistir por mais uma semana. Na demanda, a pressão segue com trigo argentino e russo ganhando espaço em mercados como Marrocos.
B3
Milho: Os preços do milho seguem pressionados nos mercados internacional e doméstico, refletindo um ambiente de ampla oferta e forte concorrência no comércio global. Na CBOT, o cereal permanece limitado pela competitividade do trigo, especialmente da Rússia, o que restringe ganhos mesmo em sessões mais favoráveis para a soja.
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Clima: O padrão segue dominado por um corredor de umidade atuando sobre o Centro e Norte do Brasil, mantendo chuvas mais organizadas nessas regiões. Em contraste, a metade sul do continente permanece com tempo mais aberto e volumes bem restritos. Os modelos indicam pouca ou nenhuma chuva em Argentina, Paraguai, Uruguai e parte do Centro-Sul do Brasil, incluindo MS, mantendo o eixo de precipitação mais ao norte. Mesmo assim, podem ocorrer pancadas isoladas no leste do Sudeste e do Sul, puxadas pela umidade do Atlântico. A chuva tende a ser pontual entre o litoral de SC e SP, favorecida por aquecimento ao longo do dia.
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