Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: morde e assopra

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 22/01/2026 08:42

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +1,13% @ 609,51 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,59% @ 6.950,75 pontos
  • PETRÓLEO (NY): -1,20% @ 59,89 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,04% @ 98,71 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – fevereiro/26): -0,05% @ R$ 5,329
  • COMMODITIES: -0,07% @ 117,304 pontos

Os mercados globais seguem em modo risk-on, com as ações americanas caminhando para o segundo dia consecutivo de forte alta, impulsionadas pelo alívio geopolítico após a mudança de tom de Donald Trump em relação à Groenlândia e pelo fluxo intenso para o setor de inteligência artificial.

Os futuros do S&P 500 sobem cerca de 0,6%, após o maior avanço diário desde novembro, enquanto o Nasdaq 100 ganha 0,9%, liderado por empresas ligadas à expansão da infraestrutura de IA, como Micron Technology e Broadcom. O movimento ganhou tração depois que Trump anunciou um acordo-quadro com a NATO para encerrar o impasse diplomático envolvendo a Groenlândia.

Segundo o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, o compromisso não envolve discussão sobre soberania do território, o que aumentou a percepção de que um acordo final é viável. Trump, por sua vez, afirmou que os europeus aceitaram a proposta e que a suspensão das tarifas adicionais de 10%, previstas para 1º de fevereiro contra oito países europeus, faz parte do acordo, que incluiria acesso a minerais estratégicos para os EUA. Até o momento, porém, não houve confirmação formal da Otan ou de líderes europeus.

No Brasil, o reflexo foi imediato: o Ibovespa renovou máxima histórica, encostando nos 172 mil pontos, com forte entrada de capital estrangeiro, queda do dólar e compressão dos prêmios na curva de juros futuros.

Agenda do dia: PIB dos EUA, PCE de novembro, balanço da Intel e, no Brasil, dados de arrecadação.

 Resumo: apesar do discurso construtivo para 2026 e do apetite por tecnologia, crises geopolíticas e tarifas comerciais seguem como gatilhos potenciais de volatilidade, exigindo cautela na gestão de risco.


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