Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: IBC-Br testa os ajustes da SELIC

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 16/01/2026 08:30

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,07% @ 614,15 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,32% @ 7.003,25 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +1,28% @ 59,95 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): -0,09% @ 99,23 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – fevereiro/26): -0,15% @ R$ 5,377
  • COMMODITIES: +0,11% @ 114,08 pontos

O apetite por risco segue firme nesta sexta-feira, com ações de tecnologia puxando os futuros em NY. O Nasdaq lidera os ganhos, refletindo o rali global do setor após novos recordes nos chips, enquanto o movimento já aparece no pré-mercado com altas fortes para ações do setor. O fluxo também migra para small caps, que continuam performando acima do mercado amplo em 2026. Commodities ajustam: petróleo tenta recuperação após a maior queda desde junho, enquanto ouro e prata realizam. Dólar e Treasuries operam de lado.

No Brasil, o foco recai sobre o IBC-Br, que testa a leitura de um corte mais tardio da Selic. O mercado reagiu bem à postura técnica do BC ao avançar com a liquidação extrajudicial da Reag, em meio às investigações envolvendo o banco Master, um sinal de independência, apesar do ruído institucional com idas e vindas entre TCU e STF. O pano de fundo ajuda: melhora no humor global após a trégua de Donald Trump com o Irã e uma temporada de balanços positiva lá fora.

Agenda do dia: produção industrial nos EUA; no Brasil, IGP-10 e IBC-Br. Em Brasília, a visita de Ursula von der Leyen ao presidente Lula adiciona componente político ao radar.

Destaque doméstico: após quedas em setembro e outubro, o IBC-Br deve voltar a expandir em novembro, impulsionado por vendas do varejo acima do esperado (+1% m/m vs. +0,2%), reforçando a resiliência da atividade no curto prazo.


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