Áudio alerta sobre EUA
Macro: O dólar opera praticamente lateralizado nesta terça-feira. O CPI divulgado hoje não trouxe novidades relevantes para o mercado. Os números vieram dentro do esperado, sem surpresas capazes de alterar de forma significativa as expectativas para juros ou a precificação dos ativos. Assim, o indicador acaba tendo impacto limitado no pregão, com os mercados mantendo o foco em outros vetores, como atividade econômica, decisões de política monetária e fatores externos.
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CBOT
Soja: A soja acelera o movimento de queda nesta tarde puxada pelo farelo. Em contrapartida, o óleo é o destaque positivo da sessão na CBOT. O suporte ao óleo vem pela expectativa de avanços no programa de biocombustíveis dos EUA e possível definição dos RVOs pela EPA. A sinalização de revisão das SREs reforça a perspectiva de maior demanda por biodiesel e óleo de soja. O movimento é amplificado pela alta do heating oil e do petróleo, que seguem em valorização.
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Milho e Trigo: O milho e o trigo têm leve queda na CBOT, após uma sessão fortemente baixista para o cereal no dia anterior. Ontem o USDA trouxe aumento na produtividade e estoques finais do milho dos EUA safra 2025/26, enquanto o mercado esperava queda nos números, especialmente diante de um aumento no volume de exportação, que também não foi revisado pelo USDA. Já o trigo teve aumento nos estoques finais globais, mitigando parte da preocupação com a safra de inverno americana da nova temporada, pois uma maior oferta de passagem, acaba criando um colchão para a possível queda nos rendimentos que podem ocorrer ao longo deste ano.
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B3
Milho: Os preços do milho voltam a cair na B3, pressionados pelo relatório de oferta e demanda do USDA, que elevou os estoques americanos e globais. Com isso, os EUA seguem como a origem mais competitiva no mercado internacional, concentrando a demanda global. No Brasil, os compradores iniciam a semana bem abastecidos e pouco ativos, esperando preços mais baixos. Já os vendedores tentam segurar as ofertas, mas enfrentam baixa liquidez quando precisam negociar. O resultado é um mercado travado, com pressão de baixa, mas sem grande volume de negócios.
Clima: O padrão atmosférico segue dominado por um corredor de instabilidade que se estende da Amazônia até o Sudeste e o Sul do Brasil, mantendo chuvas na faixa central do país. As precipitações ainda ocorrem de forma irregular no Matopiba, com pancadas pontuais no Maranhão, Tocantins, oeste da Bahia e Piauí. Nos próximos cinco dias, as chuvas mais frequentes se concentram em Rondônia, noroeste do Mato Grosso, Pará e Maranhão. O Piauí segue registrando chuva acima do previsto pelos modelos, reforçando a variabilidade típica do período. A partir do fim de semana e início da próxima semana, os modelos indicam melhora mais consistente das chuvas sobre o Matopiba e norte de Minas Gerais.
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