Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: dia de inflação nos EUA

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 13/01/2026 08:41

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,20% @ 609,70 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): -0,15% @ 7.005,50 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +1,43% @ 60,35 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,11% @ 98,97 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – fevereiro/26): +0,00% @ R$ 5,401
  • COMMODITIES: +0,14% @ 113,96 pontos

Os mercados iniciam o dia em modo cauteloso, com futuros de ações nos EUA em leve queda enquanto a temporada de balanços ganha tração e os investidores aguardam o CPI de dezembro para calibrar o próximo movimento de preços. O iene voltou a se enfraquecer, tocando o menor nível desde 2024.

Nos EUA, os futuros do S&P 500 recuam cerca de 0,2% antes dos números do JPMorgan Chase & Co., que abre a temporada de resultados dos grandes bancos em Nova York. Na Europa, as bolsas também operam no vermelho. Já na Ásia, o tom foi mais construtivo: ações subiram após o Nikkei 225 avançar com especulações de que a primeira-ministra Sanae Takaichi possa convocar eleições para reforçar sua agenda pró-estímulos.

No câmbio, o dólar estabiliza depois da maior queda desde o Natal, enquanto o iene segue como o pior desempenho entre as principais moedas.

O dia traz testes importantes para o rali das ações: inflação nos EUA, balanços bancários e a possível decisão da Suprema Corte sobre tarifas. O pano de fundo segue sensível: novas investidas do governo Trump contra o EFD reacendem dúvidas sobre a independência do banco central, enquanto ruídos geopolíticos de Washington, agora envolvendo o Irã, mantêm o prêmio de risco elevado. Como resumiu Roland Kaloyan, da Societe Generale SA, o mercado busca menos surpresa no CPI e mais guidance confiável para 2026 nos resultados corporativos.

Brasil: no cenário doméstico, uma trégua do Tribunal de Contas da União com o Banco Central do Brasil no caso Master trouxe alívio relativo. Na agenda, destaque para o volume de serviços (9h), com expectativa de desaceleração frente a outubro.


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