Áudio alerta sobre EUA
Macro: O dólar atua lateral nesta tarde no câmbio brasileiro, mas recua no mercado internacional, com pressão sobre ativos americanos diante do aumento das tensões entre a Casa Branca e o Fed. O movimento reflete busca por proteção. A queda do S&P 500 e do Nasdaq ocorre após Powell relatar intimações ao Fed, interpretadas como pressão política por cortes mais agressivos de juros. O movimento pesa sobre Treasuries longos, com receio de política monetária leniente reacender a inflação. No Brasil, a atenção se volta aos dados de atividade e ao noticiário político-institucional, em meio a um ambiente externo mais avesso ao risco.
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Análise Gráfica: Mercado à espera de dados de inflação nos EUA
PETRÓLEO
CBOT
Soja e Milho: Futuros da soja e milho encerram em forte queda nesta segunda-feira na CBOT. O milho lidera as perdas, após os dados do USDA terem reportado aumento de área, produção e estoques finais da safra 2025/26, enquanto o mercado esperava redução nos estoques e produtividade. Com isso, o ativo chegou a registrar limite de baixa na sessão. Cenário negativo também para a soja, com queda nas projeções de exportação, resultando no aumento dos estoques americanos. No cenário global, o destaque fica para a elevação das estimativas da produção de soja do Brasil pelo USDA.
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🔈🚨 ALERTA 1: Relatório de O&D de Janeiro- USDA
Opinião: Suporte para os prêmios da soja
B3
Milho: Seguindo o movimento de queda na Bolsa de Chicago e com um dólar lateral, os preços do milho caem forte na B3. O contrato maio/26, que já se refere a 2ª safra, apresenta desvalorização de 1,17% cotado a BRL 71,53/saca. Por outro lado, com a firmeza recente nos preços do etanol, as margens das usinas continuam firmes.
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Etanol Crush a partir do milho
Clima: Um corredor de umidade segue atuando do Norte ao Sudeste do Brasil, já alcançando São Paulo, enquanto no Matopiba as chuvas continuam irregulares, especialmente no oeste da Bahia, sul do Piauí e Maranhão. Esse sistema deve avançar nos próximos dias pelo sul de São Paulo, sul de Minas e Triângulo Mineiro, mantendo instabilidades na faixa central do país. Em Mato Grosso, o tempo mais aberto recente favoreceu o avanço da colheita. A partir do meio da semana, sobretudo entre os dias 14 e 15, a instabilidade aumenta no estado. Esse retorno das chuvas pode gerar paralisações pontuais nos trabalhos de campo.
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