Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: um dia importante

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 09/01/2026 08:47

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +0,55% @ 607,14 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,12% @ 6.970,50 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +0,74% @ 58,19 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,11% @ 99,04 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – fevereiro/26): -0,10% @ R$ 5,425
  • COMMODITIES: +0,68% @ 112,12 pontos

O dólar opera firme e renovou máxima de um mês, embalado pela alta dos yields dos Treasuries, enquanto o mercado se posiciona para dois eventos-chave desta sexta-feira: o payroll de dezembro (10h30) e a possível decisão da Suprema Corte dos EUA sobre as tarifas impostas por Trump. Após quatro dias consecutivos de ganhos, o dólar caminha para a melhor semana desde novembro, com o iene liderando as perdas entre as principais moedas. Os Treasuries seguem pressionados, com o yield da T-note de 10 anos subindo para a região de 4,19%. Os futuros de ações em NY oscilam perto da estabilidade.

No corporativo, o plano de Trump de compra de US$ 200 bilhões em títulos lastreados em hipotecas impulsionou ações ligadas ao setor imobiliário no pré-mercado. Na Europa, a Glencore disparou em Londres após retomar conversas com a Rio Tinto para a criação da maior mineradora do mundo.

O foco absoluto do dia está nos dados e no risco jurídico. O payroll de dezembro será determinante para calibrar expectativas de juros nos EUA, enquanto o IPCA de dezembro sai mais cedo por aqui (9h). Se ambos vierem sem surpresas relevantes, o cenário-base permanece: manutenção das apostas atuais, com retomada do ciclo de flexibilização do Fed a partir de abril e corte da Selic projetado para março. No radar, ainda hoje, a Suprema Corte americana pode anunciar o veredicto sobre a legalidade das tarifas de Trump, um tema com potencial impacto inflacionário e reflexos diretos sobre a política monetária, embora Washington já sinalize alternativas para recompor receitas tarifárias em caso de derrota judicial.

Resumo: dólar forte, yields pressionando, equities testadas por payroll e risco jurídico. Volatilidade concentrada na manhã; sem sustos nos dados, mercado tende a manter o “rate path” atual. Risk management redobrado.


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