Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: Banco Master pode ser um gatilho de volatilidade

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 06/01/2026 08:36

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +0,13% @ 602,55 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): -0,02% @ 6.942,75 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +0,46% @ 58,59 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,16% @ 98,43 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – fevereiro/26): -0,15% @ R$ 5,434
  • COMMODITIES: +0,42% @ 112,24 pontos

O início da semana traz um mercado mais cauteloso lá fora, após a forte arrancada de janeiro em Wall Street. O rali perdeu tração com investidores promovendo rotação para ações regionais e reduzindo apostas direcionais enquanto aguardam novos indicadores para testar a real temperatura da economia americana. O S&P 500 deve abrir próximo da estabilidade, dando uma pausa no movimento liderado por papéis ligados à inteligência artificial.

Na Europa, bolsas caminham de lado; na Ásia, o viés segue positivo, com alta pelo quarto pregão seguido e emergentes renovando máximas. No macro, dólar praticamente neutro, Treasuries levemente pressionados e o Brent segue comportado abaixo de US$ 62.

A agenda do dia não traz grandes catalisadores. O destaque fica para o PMI composto de dezembro nos EUA e na Europa. No Brasil, a balança comercial sai às 15h, seguida de entrevista de Geraldo Alckmin. Após o movimento mais especulativo nas ações de petróleo, impulsionado pelo noticiário envolvendo a Venezuela e Trump, o mercado tende a entrar em modo aguardar: o risco geopolítico segue no radar, mas sem prêmio adicional relevante neste momento.

No front doméstico, o caso do banco Master volta a ganhar protagonismo. A autorização para que o TCU faça inspeções urgentes no Banco Central sobre o processo de liquidação adiciona ruído institucional ao mercado. A reação do setor financeiro, com defesa pública da atuação técnica do BC e da sua independência, ajuda a conter parte do estresse, mas o tema ainda pode gerar volatilidade, especialmente no câmbio, dependendo do tom das próximas sinalizações.


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