Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
IBOVESPA : --
Milho (CBOT) : --
Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
Algodão (NY) : --
Petróleo : --

Abertura Macro: eleições para o congresso nos EUA, fiscal no Brasil

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 03/11/2026 08:36

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): -0,27% @ 647,70 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): -0,13% @ 7.565,00 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +2,06% @ 98,44 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,12% @ 101,87 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – DEZEMBRO/26): +0,50% @ R$ 5,520
  • COMMODITIES: +0,17% @ 138,26 pontos

Bom dia. Os mercados globais começam a terça-feira em clima de cautela, com investidores aguardando as eleições legislativas americanas, que vão definir o controle do Congresso e medir a força política de Trump. Os futuros do S&P 500 operam estáveis, enquanto o Nasdaq 100 tenta recuperar parte das perdas recentes. O setor de tecnologia continua sendo o principal ponto de atenção. Depois de meses de entusiasmo com a inteligência artificial, o mercado começa a cobrar resultados mais concretos dos investimentos bilionários. As quedas de Palantir e Apple reforçam essa preocupação, mostrando que as expectativas seguem altas e há pouco espaço para decepções.

O petróleo também merece atenção. O Brent opera próximo de US$ 106, pressionado pelas perspectivas de um acordo entre EUA e Irã. Uma redução das tensões no Oriente Médio seria uma boa notícia para a inflação global e poderia aliviar a pressão sobre os juros americanos. Por enquanto, o mercado segue esperando os dados de emprego desta semana para entender melhor os próximos passos do Fed. O dólar está estável, enquanto o ouro volta a perder força.

No Brasil, o cenário continua mais complicado. Às vésperas da decisão do Copom, as propostas de André Lara Resende para reduzir os juros trouxeram novamente à tona as preocupações com a condução da política econômica. A expectativa segue sendo de manutenção da Selic em 13,75%, mas o principal problema continua sendo a falta de confiança na trajetória fiscal. O primeiro Focus após as eleições pode trazer uma piora nas projeções do mercado. Na bolsa, destaque para o balanço do Itaú e para a Petrobras, que deve sentir os efeitos da queda do petróleo.


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