Dolár Comercial : --
Boi Gordo (B3) : --
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Soja (CBOT) : --
Milho (B3) : --
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Petróleo : --

Abertura Macro: dia de inflação nos EUA

Por: Equipe Agrinvest
Artigo, Macro
Publicado em: 14/10/2026 08:47

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Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).

  • STOXX600 (Europa): +0,56% @ 638,54 pontos
  • SP500 FUTURO (EUA): +0,14% @ 7.867,00 pontos
  • PETRÓLEO (NY): +1,55% @ 95,60 USD/barril
  • DXY (Dólar vs Cesta): +0,06% @ 102,24 pontos
  • CÂMBIO (GLOBEX – NOVEMBRO/26): +0,10% @ R$ 5,051
  • COMMODITIES: +0,26% @ 145,25 pontos

Bom dia. Os mercados começam o dia com cautela, à espera do CPI americano de setembro. A expectativa é de uma inflação mais comportada, o que deve reforçar a manutenção dos juros pelo Fed em outubro e deixar uma eventual alta para dezembro. O ponto é que o mercado já trabalha com esse cenário, então qualquer surpresa inflacionária pode provocar uma reação mais forte nos juros e nas bolsas. O setor de tecnologia segue pressionado, com investidores questionando o retorno dos elevados investimentos em IA, apesar dos sinais de que a demanda por infraestrutura continua robusta.

A temporada de balanços dos grandes bancos americanos começa a mostrar resultados abaixo das expectativas em algumas áreas, especialmente nas operações com renda fixa e ações. Apesar da economia ainda resiliente, o mercado passa a exigir maior consistência nos lucros, principalmente em um ambiente de juros elevados. Vejo um cenário em que os resultados corporativos ainda sustentam as bolsas, mas com pouco espaço para decepções, diante das avaliações já bastante exigentes..

No Brasil, a agenda econômica deve ficar em segundo plano. A pesquisa Quaest, divulgada após o fechamento, ganha peso diante dos possíveis sinais de recuperação eleitoral de Lula. O mercado também acompanha a movimentação no Senado em torno do fim da escala 6x1. Os dados de serviços de agosto ficam como referência secundária.

O cenário segue bastante sensível: lá fora, o CPI pode definir o tom dos juros e do apetite por risco. Por aqui, acredito que a política continuará tendo mais influência sobre câmbio e juros do que os próprios fundamentos econômicos, especialmente à medida que o mercado começa a antecipar os cenários eleitorais de 2026.


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