PSF: 28_09_2026
Confira o movimento das bolsas e do dólar no mercado internacional, e no Brasil (às 08h30 de Brasília).
Bom dia. O petróleo volta a ditar o ritmo dos mercados globais, com o Brent acima de US$ 104 diante do risco de nova escalada entre EUA e Irã. O movimento pressiona os juros americanos e pesa sobre as bolsas, mesmo com resultados fortes no setor de semicondutores. O ponto é que, com energia e juros elevados, o mercado começa a exigir mais do crescimento dos lucros para justificar as atuais avaliações.
A ata do Fed não trouxe novidades e reforçou a expectativa de pausa em outubro e nova alta em dezembro. Hoje teremos a ata do BCE, mas o petróleo continua sendo a principal variável para a trajetória dos juros globais.
No Brasil, o exterior tem pouca influência neste momento. O mercado está praticamente concentrado no trade eleitoral, com atenção às primeiras pesquisas do segundo turno, Datafolha e PoderData. Ao mesmo tempo, a possibilidade de Alcolumbre acelerar a votação da PEC do fim da escala 6x1 adiciona ruído político. Por aqui, mais importante que a direção das bolsas globais será a percepção sobre o equilíbrio eleitoral e o risco fiscal.