O preço do suíno supergordo na China começou a subir.
Macro: Assim como terminou a semana anterior, nesta segunda-feira (13) o dólar trabalha em alta no Brasil. No contexto global, o mercado voltou a olhar com cautela para os ativos de risco em função das tensões no Oriente Médio. As bolsas operam em queda, enquanto o IDX trabalha com ganhos. Nos futuros do petróleo, o Brent voltou a operar acima de US$ 80/barril, e o WTI próximo de US$ 75/barril. O estresse no dia de hoje é forte, com ambos avançando cerca de 5%.
CBOT
Soja e Derivados: Dia de alta para os futuros da soja. O complexo, de modo geral, trabalha em forte valorização, puxado sobretudo pelo óleo de soja. A volta das questões envolvendo o Oriente Médio traz volatilidade para os mercados, repercutindo na forte alta do petróleo e óleos vegetais. Além disso, o fundamento de oferta e demanda, com compras da China por soja americana, também dá impulso às cotações do complexo.
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🚨ALERTA IMPACTO: VOL novamente. Tensões no Oriente Médio voltam para o radar.
Milho e Trigo: Nos cereais o milho opera com ganhos, enquanto os futuros do trigo recuam. Movimento natural para o trigo, em correção após a forte alta dos últimos dias. Na Euronext, o movimento é semelhante. O clima europeu segue em alerta. Depois da forte queda nas condições de lavoura do milho, não há como descartar redução na produção europeia. A questão agora é o tamanho dessa perda. Mais pressão para os estoques globais de cereais.
B3
Milho: No milho B3, alguns vencimentos operam com ganhos próximos de R$ 1/sc. No físico, o mercado do milho segue mais de lado nos últimos dias. Falando com alguns comerciantes, os produtores venderam o que precisavam vender e agora tendem a segurar para buscar melhores oportunidades em Aug/Sep. A colheita segue em bom ritmo de modo geral. No MT, reports de chuvas fora de época podem ter reduzido o ritmo da colheita no último fim de semana e no início desta semana, mas os mapas mostram tempo firme para os próximos dias.
Clima: A semana começa com uma faixa de instabilidade se estendendo da Amazônia até o Sudeste, passando por Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e alcançando o litoral do Espírito Santo. Apesar desse corredor de umidade, as chuvas permanecem bastante localizadas, enquanto a Região Sul, Mato Grosso do Sul e a maior parte de São Paulo seguem sob predomínio de tempo firme.
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